quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

A importância de um Estado Laico

Como já disse em vezes anteriores sou apologista de um Estado liberto de qualquer religião oficial, um Estado Laico. Ou seja um Estado onde as pessoas podem adoptar qualquer culto que seja do seu agrado, sem por isso impedirem outras pessoas de terem os seus próprios cultos. Não deverá existir qualquer disciminação pela escolha de este ou aquele culto.
O próprio Estado deverá fazer leis que garantam esses direitos, e mais, este deverá fazer leis que limitem os poderes e a influência destes cultos ou religiões adquiridas, para não acontecer o que já aconteceu no passado.
Sim pois nós devemos aprender não só com os nossos erros mas também com os erros dos nossos antepassados, por isso estudamos história na escola.
Sim, esse passado do nosso glorioso Portugal, em que a igreja católica, tinha grande poder, grande influência, e para cúmulo detinha o total controlo do ensino. Isto é algo que não pode acontecer sobre circustância alguma, pois assim o próprio ensino será corrompido com ideais das religiões em causa.
Será influenciado e não será verdadeiro e puro como deve ser, e assim não irá ensinar e irá apenas doutrinar.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Passado e Presente

Olho para o dia a dia e vejo como é engraçado, como tudo muda rapidamente ou não. Na época do malfadado (o velho ditador) Portugal era um país parado no tempo. Os anos passavam, mas em Portugal não, pelo contrário retrocedia no tempo, cada vez mais atrasado, ignorante e religioso.
Felizmente existiu o 25 de Abril de 1974 que pôs fim ao retrocesso de Português no tempo.
Desde aí Portugal disse "Voltei!" para o Mundo e escolheu o caminho da modernidade.
Entretanto a religião que era a coisa mais importante na altura do malfadado, já o não é, hoje em dia tem a tendência a tornar-se numa piada sem graça e cada vez menos gente hoje se interessa.
Como podemos ver ao longo dos séculos a religião esteve sempre associada ao atraso intelectual, à censura e ao medo das novas coisas.
Além disso a religião foi sempre uma razão para justificar algumas das maiores atrocidades que se cometeram ao longo da história, por exemplo guerras santas.
Tendo em conta tudo isto, vejo que para a concretização do próprio ideal de muitas religiões (a paz mundial), é necessário o fim das religiões para o pleno desenvolvimento harmónico do mundo.
Resumindo para a paz mundial ser possível o fim das religiões, quaisquer que elas sejam, é inevitável.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A Solução para a crise

Actualmente de forma mais ou menos grave todos os países do mundo estão a atravessar uma crise económico-financeira que teve origem nos EUA.
Esta tem-se agravado aos poucos, e tem provocado o aumento progressivo do desemprego, o que tem gerado descontentamento social, e degradação da economia e estagnação do crescimento económico.
Muitos teóricos da especialidade em Portugal e no Mundo têm-se perguntado como resolver esta crise. Vamos voltar aos antigos Marx? Keynes?. Ninguém sabe, ou talvez saibam quem sabe?
Após ler um artigo da revista Visão, intitulado "MarxCola?" do dia 5 de Fevereiro, interroguei-me de qual seria a melhor forma de resolver a crise.
Acho que em termos de escolher uma teoria para se adoptar, não se deve adoptar nenhuma em concreto mas sim fazer uma recolha dos melhores pontos de cada uma das teorias. Aliás temos tantas para escolher. Tantas como o Manifesto Comunista de F. Engels e K. Marx, o Socialismo-Comunismo; as teorias de John Maynard Keynes (Keynesianismo), as bases do estado providência ou outras suas derivantes e não só.
Assim podemos retirar os "pontos brilhantes" de cada uma das teorias para poder garantir a satisfação dos trabalhadores e patrões. Pois uma sociedade só pode ser considerada desenvolvida quando não existir pobreza, discriminação social, poder político concentrado numa minoria, e enquanto a única preocupação de um país for o crescimento económico. Pois de que serve o crescimento económico se a população na sua grande maioria viver miseravelmente?
Sendo assim fica aqui a minha proposta de que "pontos brilhantes" se devem retirar em cada aspecto mais geral.
Em termos de igualdade, opto pela teoria Marxista - distribuição igualitária da riqueza e igualdade de oportunidades.
Quanto á propriedade, esta deve estar nas mãos dos privados (como no Capitalismo), pois assim se poderá rentabilizar recursos, e além as populações podem ter casas e terrenos próprios, o que não acontece no Socialismo onde estes são entregues á colectividade.
Quanto á eficiência, volto a optar pelo capitalismo, devido á preocupação na rentabilização de recursos (que promove um desenvolvimento sustentável) e que procura um constante aperfeiçoamento dos seus produtos e formas de produzir, contudo o Estado deve limitar o número de empresas em cada sector, por 2 motivos. Primeiro evitar crises de superprodução, Segundo evitar que algum sector fique prejudicado e não seja desenvolvido.
Quanto ao emprego aqui o Marxismo volta a ter força de peso, com a procura do pleno emprego (que acabaria com a pobreza), contudo peca por o levar ao extremo e existirem demasiados trabalhadores para a mesma tarefa, mas se todos os sectores da economia tiverem de bem e de igual modo desenvolvidos todos os trabalhadores terão oportunidade de obter emprego nos mais variados sectores com as mais variadas funções sem ser preciso número de trabalhadores excessivos para cada tarefa.
Agora a questão dos preços. Acho que devem ser regidos pelos vendedores dentro de limites impostos pelo Estado, ou seja, uma Liberalização parcial dos preços, que evitaria elevadas inflações ou deflações.
Por último, mas não menos importante a protecção social. O Estado através das contribuições sociais deve ser o garante do nível de vida digno da população após a reforma, pois os trabalhadores não servem só para produzir enquanto conseguem exercer as suas funções e depois desprezá-los. Pelo contrário os cidadãos reformados devem ter garantida a sua reforma bem como os actuais activos como forma de recompensa pelos anos de trabalho.
Tendo em conta o momento actual cabe aos Estados tomarem medidas para saírem deste "fosso" o mais rapidamente possível. Estas medidas devem passar pelo reforço do investimento estatal em sectores menos desenvolvidos, apoio aos outros sectores mais desenvolvidos e diminuição de despesas supérfluas como os gastos com os "extras" do alto funcionalismo público e despesas inúteis e não produtivas dos ministérios.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Música

A música que ouvimos diz muito de quem somos, qual a nossa maneira de pensar, viver e agir. Mesmo sem notarmos, a música tem grande impacto em nós, influencia-nos bastante.