sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Sócrates Pallhaço da UE?

Sim, o nosso primeiro ministro no seu discurso num país estrangeiro (não sei qual) foi achincalhado pelos governantes dos outros países. Esta situação ocorreu quando no seu discurso (em inglês) o nosso primeiro ministro deu umas quantas calinadas que foram motivo de muito riso. (por exemplo "pride" em vez de "proud" que significa orgulhoso).
O primeiro ministro representa um país, se o nosso primeiro ministro é motivo de riso no estrangeiro o que é que fazem quando ouvem falar em Portugal?

Bom Natal

Gostava de desejar aos leitores do meu blogue um Santo Natal e um próspero Ano Novo.

Um Polícia! Um Adivinho!

Segundo novas leis (deste fantástico governo) e muita justiça (de um sistema judicial competente) um polícia tem que estar ao lado do assaltante (por exemplo) para o poder prender, caso contrário é detido (sim o polícia) por ter detido o assaltante sem motivo.
Mas, de qualquer maneira de que serve apanhar o criminoso em flagrante se depois o tribunal liberta-o em cinco minutos e quem é interrogado é o polícia?
Que País!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

O fim da Língua Portugesa

Com o acordo assinado já lá vão dez anos mas somente agora foi ratificado, a nossa língua vai ser mudada de tal forma que fica mais parecida com brasileiro do que com o Português.
Deviam ser os brasileiros a alterar a sua língua e a sua forma de falar de forma a que ficasse igual ao Português.
Simplesmente acho inútil e despropositado este acordo, porque a nossa língua está muito bem como está, qualquer dia já nem falamos Português.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Super Tratado

Gostava de saber o que tem o tratado de Lisboa de tão bom ou tão agradável que permita tanta alegria e tanta festa, por parte dos governantes Europeus.
Será que os favorece e prejudica as populações de cada país de tal maneira que lhes faça tanta alegria?
Deve ser pois este o facto que explica o medo de levar a referendo o tratado em tantos países com medo que fosse vetado.

Deputados a mais?!

Todos nós sabemos que por cada deputado que constitui a assembleia, os inúmeros encargos que isso acarreta. Na Constituição da República Portuguesa, segundo um dos seus múltiplos artigos refere que a nossa assembleia poderá ser constituída entre 180 e 230 deputados.
Talvez se justificasse os 230 deputados (ou perto disso) caso o nosso país fosse suficientemente grande ou os deputados suficientemente assíduos.
Numa grande maioria das sessões apenas se encontram um pequeno nº deles.
Contudo no nosso país porque será que só seria aceitável um grande nº de deputados (neste caso o máximo)?

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Sócrates Aperta a mão a Bin Laden

Nos dias que correm é só o que falta. Vêm os representantes dos países da União Europeia, vêm igualmente inúmeros terroristas (muitos deles lideres Africanos), só falta mesmo o Bin Laden para completar a festa.
Sim Bin Laden, não me enganei o terrorista treinado pelos americanos e que usaram como pretexto para invadirem o Iraque.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Irão é que é!

Segundo os Iranianos (um dos países que mais produz e exporta petróleo) o dólar não vale nada. Pois a grande maioria dos pagamentos que recebem é em euros. E se virmos bem eles estão cheios de razão.
O que é que o dólar tem a mais que o euro, ou outra moeda qualquer?
Porque é que não passam a cotar o crude em escudos cabo-verdianos?
O Irão teve a coragem que já faltava, para fazer frente aos americanos.
Os americanos devem ser parados!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Privatizar o Governo?

Hoje em dia em Portugal o Estado privatiza todas as empresas que possui, de maneira a que fique com menos despesas de funcionários e tenha lucros da venda das empresas.
Por outras palavras o Estado vende as empresas para os "ricaços"ficaram mais "ricaços" e poderem despedir centenas de trabalhadores sem motivo nenhum.
Depois de venderem todas as empresas em que o Estado tem participação pergunto-me o que é que o Estado vender a seguir.
O Governo? Que boa ideia assim deixariamos que ter de pagar milhões de impostos para andar a "encher o bolso a chulos".